Senador reforça pré-candidatura à Presidência, apoia Sergio Moro no Paraná e promete mudança na política criminal do país
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (24) e afirmou que pretende endurecer as políticas de segurança pública no país. A declaração foi feita durante o evento de filiação do senador Sergio Moro ao Partido Liberal (PL), realizado em Brasília.
Pré-candidato à Presidência, Flávio defendeu uma atuação mais rigorosa do Estado no combate à criminalidade. Segundo ele, é necessário investir em estrutura, treinamento e modernização das forças policiais, além de fortalecer ações preventivas.
Durante o discurso, o senador criticou diretamente o governo federal, afirmando que a atual gestão adota uma política de “desencarceramento” e aumento de impostos. Para Flávio, o país precisa “redirecionar rapidamente o caminho” na área da segurança.
O evento também marcou o fortalecimento de alianças políticas para as eleições. Flávio Bolsonaro declarou apoio à candidatura de Sergio Moro ao governo do Paraná e destacou a importância do estado na estratégia nacional do partido.
Além disso, o senador reafirmou que apoiará nomes como Filipe Barros e Deltan Dallagnol para o Senado, ressaltando que busca compor palanques com aliados que compartilhem da mesma linha política.
Flávio também comentou sobre pesquisas de intenção de voto, afirmando que os levantamentos refletem apenas o momento atual e que o trabalho político deve ser contínuo. Ele declarou que não pretende “baixar a guarda” e que seguirá atuando diariamente para fortalecer sua pré-candidatura.
O ato contou com a presença de lideranças do PL, incluindo o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, além de parlamentares e apoiadores. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não participou do evento, informando que permaneceu ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro por questões de saúde.
O discurso reforça o tom eleitoral adotado pelo senador e antecipa as principais diretrizes que devem marcar sua atuação política nos próximos meses.