Programa oferece bolsas integrais e parciais em instituições particulares; candidatos devem ter feito o Enem de 2024 ou 2025
O Ministério da Educação (MEC) abre, na próxima terça-feira (7), as inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) referente ao segundo semestre de 2026. Os interessados poderão se inscrever até o dia 10 de julho, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
O resultado da primeira chamada será divulgado em 15 de julho. Já a segunda chamada está prevista para o dia 5 de agosto. Quem não for selecionado poderá manifestar interesse na lista de espera nos dias 26 e 27 de agosto, com divulgação do resultado em 1º de setembro.
Para participar, o candidato deve ter concluído o ensino médio e realizado o Enem de 2024 ou 2025, obtendo média mínima de 450 pontos nas cinco provas e nota superior a zero na redação. Será considerada a edição do exame em que o estudante alcançou a melhor média.
Não podem participar candidatos que fizeram o Enem apenas como treineiros.
O programa oferece bolsas integrais, que cobrem 100% da mensalidade, para candidatos com renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa.
Já as bolsas parciais, que garantem desconto de 50% nas mensalidades, são destinadas a estudantes com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.
O limite de renda não se aplica a professores da rede pública que disputarem vagas em cursos de licenciatura ou pedagogia voltados à formação de docentes.
Além dos critérios de renda e desempenho no Enem, o candidato deve atender a pelo menos uma das seguintes condições:
No momento da inscrição, o candidato também deverá optar por concorrer na ampla concorrência ou pelas vagas destinadas às políticas afirmativas para pessoas com deficiência e candidatos autodeclarados indígenas, pretos ou pardos.
A classificação é feita por curso, turno, instituição e modalidade de concorrência, respeitando a ordem decrescente das notas obtidas no Enem.
O processo também leva em consideração a trajetória escolar do candidato, priorizando professores da rede pública (nos cursos de formação docente), estudantes oriundos da rede pública e, na sequência, candidatos que estudaram em escolas particulares nas diferentes modalidades de bolsa.